TRABALHO - JUNIA BANDEIRA
Tempos modernos
Na sociedade atual com o crescimento da tecnologia e de máquinas cada vez mais modernas é nítido vermos pessoas em busca de aperfeiçoamento e de novas ferramentas para não ficarem desatualizadas e fora do mercado de trabalho.
Com isso as grandes empresas cada vez mais buscam além do desenvolvimento tecnológico e a busca em alavancar seus resultados, profissionais que se enquadre a esse perfil e respondam ao imediatismo de soluções que nos são exigidas pelo mercado em geral.
Essa busca constante de resultados, de produção em grande escala e de crescimento econômico desencadeou em uma procura por todas as facilidades que nos são apresentadas pela grande tecnologia nos fazendo máquinas no nosso dia-a-dia. Afinal vivemos totalmente voltados para trabalhar e fazer, sem termos tempo de refletir sobre a nossa própria ação o que nos faz muitas vezes vivermos de forma automática.
Mesmo em meio a tantas questões não podemos com isso dizer que a Revolução Industrial e tecnológica é um problema por ter trazido uma revolução de hábitos, costumes e valores humanos, pois nos trouxe também vários benefícios e melhorias que podemos ver no nosso dia-a-dia.
A questão é que atualmente o objetivo da maioria das empresas são atingir suas métricas. Não há erro nisso. O problema está justamente em como atingi-la uma vez que os seus colaboradores são praticamente considerados como números ou simplesmente como máquinas que podem ser substituídas a qualquer momento.
O filme Tempos Modernos de Charles Chaplin retrata essa realidade de forma realista e cômica como que se ele estivesse prevendo os resultados dessa evolução e nos diz “mais do que máquinas precisamos de humanidade”.
Nos últimos anos houve um crescimento na busca e no aprendizado em tudo que se relaciona com gestão de pessoas e isso nos mostra que mesmo em meio a toda evolução tecnológica as pessoas não podem ser facilmente descartadas e sim que há uma necessidade de cada vez mais conhecermos e expandirmos os nossos relacionamentos, através do saber ouvir, saber direcionar as tarefas, entender os sinais que as pessoas nos mostram para dessa forma conseguirmos criar uma equipe que tenha confiança mutua e objetivos claros, vestindo a camisa e lutando para chegar ao objetivo.
O administrador Laércio M. Garrido nos diz que “Uma empresa é igual a uma ponte: grande, forte, resistente, mas sua sustentação é feita por pequenos parafusos.” Esses parafusos são os seus colaboradores seguidos de seus líderes que tem a função de fazer com que a ponte esteja sempre firme através da identificação da potencialidade de seus liderados, motivando-os e direcionando-os.
Não podemos viver no automático e tornar as coisas e as circunstâncias comuns e sem valores, mas devemos ser o diferencial sempre buscando inovações e trabalhando em equipe, conhecendo as nossas dificuldades diárias e tendo serenidade para buscar a melhor solução.
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