Contexto
 
   

SUZANE COIADO - QUALIDADE DE VIDA
Quando chamar o Samu?

A Constituição Federal de 1988 na Seção II da Saúde, Art. 196 diz que “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

Todos sabem que no Brasil a escassez de recursos destinados para a saúde pública é visível. Tentando amenizar esta situação e garantir este direito constitucional, uma das soluções do Governo Federal foi disponibilizar a população o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências, conhecido como SAMU. Este componente “pré–hospitalar móvel da Política Nacional de Atenção às Urgências” foi implantado, através da Portaria GM/MS 1864, publicada em 29 de setembro de 2003.

Abrangendo todo o território brasileiro o número 192 tornou-se “o número nacional de urgência médica”. Este serviço tem grande importância, pois garante condições que favorecem ao paciente atendimento mais rápido, em casos de urgências.

Este atendimento tem como um de seus objetivos fornecer qualidade de vida à população através de atendimentos rápidos. Para isso é necessário saber em quais situações ele deve ser acionado.

Quando chamar o SAMU?

* Na ocorrência de problemas cardio-respiratórios
* Em casos de Intoxicação exógena
* Em caso de queimaduras graves
* Em trabalhos de parto onde haja risco de morte da mãe ou do feto
* Em casos de tentativas de suicídio
* Quando houver acidentes/trauma com vítimas
* Em casos de afogamentos
* Em casos de choque elétrico
* Em acidentes com produtos perigosos
* Na transferência inter-hospitalar de doentes com risco de morte

“Evite sobrecarregar o sistema com outros problemas que não se caracterizam como tal. Oriente as pessoas, em especial as crianças, para que não façam trotes com este serviço. O tempo e os recursos gastos com isto pode fazer com que atrase o atendimento a um paciente em situação de ameaça imediata à vida”.

FONTES: www.senaaires.com.br/revistavirtual/artigos/ArtCient/ArtCient12.pdf
PORTAL DA SAÚDE: www.saude.gov.br