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IDE - PR LENO
A tarefa da evangelização
A
tarefa de evangelização do mundo é
de responsabilidade de todos os crentes no Senhor
Jesus. Por terem tido essa visão missionária
homens e mulheres de Deus dedicaram suas vidas para
levar outros ao conhecimento da verdade, ao rrependimento,
pelo poder do Espírito Santo, a fim de alcançarem
o perdão dos seus pecados, e um relacionamento
regido pelo amor com Cristo Jesus com duração
eterna.
Esses homens e mulheres entendiam a necessidade de
comunicar os “boas-novas”, pois sabiam
que somente dessa maneira a salvação
pode ser desfrutada por todos aqueles que crêem.
Abriram mão do conforto do lar, do contato
com os amigos, das reuniões familiares e sociais,
do convívio da igreja local da qual faziam
parte, bem como dos projetos pessoais que não
se coadunavam com os valores do Reino e de sua expansão.
Sofreram críticas, não tiveram o opoio
que esperavam, mas não abriram mãos
dos seus ideais missionários.
Um desses homens foi Guilherme Carey, o pai do Movimento
Moderno de Missões. Ele era um sapateiro inglês
e também um pastor batista. Um dia, lendo
a bíblia, Carey foi inspirado por Deus em
Mateus 28:19-20, para fazer missões. Refletiu,
orou e estudou o que podia fazer.
Pregando,
convenceu o povo que Jesus queria que eles fossem
fazer missões quando disse “Ide”.
Então, foi para Índia em 1793 e por
seus esforços a bíblia foi traduzida
para mais de quarenta dialetos.
Na bibliografia missionária temos notícias
da vida de outro homem, Hudson Taylor, que nasceu
em 1832, em Barnsley, nglaterra, filho de um sacerdote
metodista. Com dezesseis anos, creu em Cristo como
seu Salvador, desde então, sentiu-se chamado
para pregar o Evangelho na China. Por isso, passou
a preparar-se dormindo sobre uma esteira, abrindo
mão de qualquer luxo, vivendo com o mínimo
de alimento necessário e dependendo exclusivamente
do Senhor para seu sustento. Assim, aos dezenove
anos, Taylor aprendeu que poderia confiar em Deus
e obedecer-Lhe em qualquer área de sua vida
- aprendeu que se pode levar a sério Deus
e Sua Palavra.
Após estudar medicina e teologia, foi para
a China em 1854 como um missionário assalariado
pela Sociedade para Evangelização da
China.
Hudson trabalhou muito para o Senhor na China, e
lá
permaneceu até seu falecimento, em 1905. Deixou
lá
250 pontos missionários com 849 missionários
da Inglaterra e 125.000 chineses cristãos
dando testemunho do Evangelho. Sua vida é um
dos mais impressionantes registros da história
do evangelismo.
A
entrega à missões por parte desses
homens não se deu por pressões sociais,
eclesiásticas ou de qualquer líder,
mas nasceu a partir do relacionamento com Aquele
que é o Senhor de Missões, o Senhor
Criador, o Senhor Redendor, com o Senhor que envia
missionários.
A
minha oração é que o Senhor
nos dê
a compreensão da obra missionária mundial,
e desprendimento para atendermos o seu chamado. Devemos
nos envolver com missões, independente do
tipo de contribuição que tivermos que
oferecer; seja com nossos recursos financeiros, sustentando
em oração ou ainda levando outros a
Cristo, aqui e além mar.
Podemos concluir como o sábio: “O que
as suas mãos tiverem que fazer, que o façam
com toda a sua força, pois na sepultura, para
onde você
vai, não há atividade nem planejamento,
não há conhecimento nem sabedoria”.
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